20 de dez de 2016

Vermelho e Verde: Capítulo 01 - Batalhas e Batalhões




História de dois ex-militares que amam o perigo e o trabalho.
Ambientada em The Sims 2 na primeira e segunda temporada.
A terceira temporada será vivida em The Sims 4.


Atenção: para assistir o vídeo, sugiro que desligue a playlist acima.



Capítulo 01
Batalhas e Batalhões



Durante o trabalho, Rodolfo dava o melhor de si e era ético, até ver a ruiva que acabara de ser transferida para o grupo. Assim como todos os militares presentes, a novata seguia um rígido código de comportamento e nem olhava para o lado. Mas ele sempre se desconcentrava, imaginando o cheiro daqueles cabelos ruivos.







Sexta-feira



Naquela tarde, após o trabalho, Rodolfo tenta falar com a garota no ponto de ônibus, após os outros terem ido embora e o oficial André ter retornado para o prédio. 


- Olá, Oficial Seixas.
- Oficial Bezerra. O que posso fazer?
- Pode me chamar de Rodolfo. Já acabou o horário de expediente. Posso chamá-la de Carol? 


Carol não gostou de ouvir aquilo. Se fosse qualquer outra pessoa, não teria problema em dizer um simples "não", mas um superior? Estava parecendo coerção. E o Oficial Sênior1* Rodolfo Bezerra teve seu nome envolvido em um estranho caso de sequestro alguns anos atrás. Apesar de ter sido considerado inocente por falta de provas e desde então ter tido um comportamento exemplar, Carol era cismada e preferia evitar certas complicações.
- Se não se importa, eu prefiro manter do jeito que está, Oficial.
- Percebi que evita se enturmar com o pelotão. Nas poucas vezes que sai com a turma, fica afastada. Gostaria de convidá-la para sair dia desses.
- Imagino que todos do batalhão também vão.
- É só entre nós. Para nos conhecermos melhor.
- É muito gentil de sua parte, mas preciso ir embora e não estou interessada em sair com o senhor.



Rodolfo nunca tinha se interessado por ruivas, mas há semanas estava sem dormir pensando em Carol.
Rodolfo tenta mostrar seu carinho a Carol abraçando-a e esquecendo que seu gesto poderia ser visto como uma tentativa de estupro.
Carol o rejeita, mas Rodolfo tenta beijá-la. Racionalmente, ele sabia que forçar era errado, mas naquele momento, ele pensou que era alguma tentativa feminina de sedução.



André, também oficial como ela, tinha voltado ao quartel para rever uns documentos.


Ao voltar para o ponto de ônibus, ele ouve os gritos de Carol e a defende.



André sai ileso e fala:
- Oficial Bezerra, sabe que é errado forçar uma mulher. E ainda mais uma subordinada. Vou prestar queixa ao General! Preciso ler para o senhor todos os regulamentos que o senhor passou por cima e pelos quais irá responder?



- Vocês dois vão me pagar! - promete Bezerra, que vai embora no carro que estava perto do ponto de ônibus.



Durante a briga, um civil chamado Erick aparece e diz:
- Serei testemunhas de vocês. Estava um pouco longe, mas vi tudo.Podem ligar para mim quando precisarem.



Erick passou seus contatos para André e Carol.
Carol e André, que nunca tinham trocado uma palavra entre si, fora as conversas pertinentes ao trabalho, olham um para o outro e falam ao mesmo tempo a mesma coisa:
- Precisa de médico?



E depois tentam de novo:
- Obrigada pela ajuda.
- Desculpe não ter visto antes.


Os dois estavam no mesmo batalhão há poucas semanas e sentiam uma atração mútua. Pelas normas não haveria problema terem um relacionamento íntimo, mas o atual Gen. Vicente Pereira (ao qual respondiam diretamente) não via isso com bons olhos e era um homem difícil de lidar. Estrategicamente, acreditava que envolvimentos românticos, dentro do trabalho, desconcentravam os envolvidos e eram um risco às missões. Como era um homem honrado e carismático, ganhou o respeito e admiração de todos e, implicitamente, fez com que ninguém paquerasse dentro das forças. Ou seja, eles não poderiam ter um romance.


  
Como Carol era reservada, tinha medo de se denunciar pelos gestos e acabar com a reputação de ambos. André não era nada tímido, mas pela reação de Carol, imaginou que não teria nenhuma chance. Se a ruiva lhe correspondesse, até pediria transferência só para ter uma chance com ela.



André acompanhou Carol até em casa. Apesar do que houve, ela estava relativamente tranquila.
- Obrigada por tudo. Quer entrar um pouco?
André aceitou prontamente.



- Vi que você até reagiu bem àquela situação. Mesmo em nosso trabalho, em que vemos tantas coisas, poderia ter desabado.


Ela estava gostando de ver André de perto e de ter as mãos dele em seus ombros e braços a todo momento.
- Não desabo facilmente. Só fiquei nervosa porque o ponto estava deserto. E foi só até ver você aparecer. Você deve estar machucado, apesar de não querer ir ao hospital. Está sentindo alguma dor?


- Nenhuma dor. E seu marido? Porque ele não a busca?
- Sou solteira.


André achou que os olhos de Carol eram tão grandes e bonitos que, por um segundo, se perdeu naquele olhar.
- Gostaria de beijá-la.
  

Carol não era de muitas palavras. E sempre pensava antes de agir, mas nem pensou naquele momento. Ela o beijou.
  

Por sorte, estavam dentro da casa dela, sem testemunhas do arroubo.
  

Após o beijo, os dois se sentaram no sofá. Sabiam da inviabilidade de um relacionamento, não sabiam ao certo o que o outro queria e ainda tinham de pensar na ameaça de Rodolfo Bezerra.
- O que faremos agora? São tantas coisas. Estou um pouco tonta.
- Desde que você entrou no batalhão, eu gostaria de te namorar.
- Sugiro resolvermos essa situação com o oficial Bezerra. Na segunda-feira apresentarei queixa e pedirei nova transferência, se for necessário. Depois, podemos ver como fica.
  

O General não via problema no relacionamento entre pessoas que trabalhassem em batalhões diferentes, mas no mesmo, em uma situação de confronto, ele acreditava piamente na desconcentração gerada e no protecionismo exacerbado ao parceiro sexual e não à equipe e aos civis.
- Não quero vê-la ameaçada novamente e eu gostaria de te namorar. Corrigindo-me: quero te namorar. Não importa como.
Apesar do beijo impetuoso, Carol voltou a raciocinar antes de agir.
- Eu também, mas me dá um tempo?
- Paciência não é minha virtude. Sai comigo amanhã?
- Como assim?
- Só como amigos. Pela manhã, em um local público. Não farei nada contra a sua vontade. - André se levanta.
- Tudo bem. Será em um local de minha escolha e só como amigos.
  

Após a despedida e o merecido banho, Carol buscou maiores detalhes sobre o antigo caso de sequestro. Ela tinha seus próprios contatos no departamento policial que cuidou do caso. 


E depois pôde sonhar com o dia seguinte e registrar tudo no diário.
  

Para alguns, André morava sozinho em um apartamento, mas ele morava com seu cachorro chamado Carrapato. 


Tinha muitos amigos, mas queria uma namorada fixa. Tinha terminado um namoro recentemente, pois a garota tinha se apaixonado por outro e, fora o ego ferido, ele não sofreu pelo término do relacionamento. Até se sentira livre.
E agora, ele só pensava em certos olhos verdes como o mar e em madeixas da cor de fogo.
- Estou mal da cabeça. Já estou fazendo poema.



No sábado se encontraram em um parque; e quem os via, os considerava crianças ou adolescentes. Nem pareciam dois oficiais militares.
  

André tinha planos envolvendo Carol e, por isso, desenvolveu uma estratégia de três passos:
Primeiro passo: conquistar a confiança do inimigo. Não fez nada além de colocar o braço nas costas dela e de se conhecerem mais.
Tinham em comum Elvis Presley e animais. Ele gostava de rock, Digimon e dos heróis da Marvel, principalmente do Incrível Hulk. Ela tinha gosto por tango, pelos personagens da DC e da Turma da Mônica. Ambos tinham gosto variado na comida. Ela gostava de cozinhar, mas queimava quase tudo. E ele gostava de comer quase tudo, inclusive comida queimada.
  

Domingo pela manhã se encontraram em um parque, onde Carol conheceu o melhor amigo de André: Carrapato.
  

Carrapato era agressivo com estranhos, mas logo se tornou amigo de Carol.
  

E, desta forma, André deu o segundo passo da estratégia: conquistar a simpatia do inimigo.



Domingo à noite, sabendo das preferências de Carol, André a levou a um restaurante simples que tocava Elvis Presley, que era do gosto de ambos.
Primeiro dançaram ao som de Pretty Woman.



E ao som de Only You, André deu o terceiro passo: conquistar o território e transformar o inimigo em aliado.



Eles já não se importavam mais com as restrições. Acreditavam que tudo poderia ser solucionado.
  




Segunda-feira




O oficial Rodolfo não conseguiu falar com seus antigos comparsas durante o fim de semana, mas planejava fazer algo contra André. 


Conforme o protocolo, Carol apresentou queixa verbal e escrita ao General Pereira. Durante o fim de semana, Carol tinha enviado anonimamente provas (do envolvimento de Rodolfo Bezerra com o antigo sequestro) para o General e também divulgou, na internet, alguns documentos referentes ao caso, para forçar uma reação imediata dos superiores do oficial Bezerra, assim como evitar uma possível fuga, já que a mídia e o público relembrariam do antigo caso.
  

General Vicente Pereira não admitia infrações na equipe dele. E, no mesmo dia, recebeu duas queixas referentes ao oficial. Teria que reabrir um antigo caso e abrir um novo. Ainda mais com a mídia em cima dos militares como urubus sobrevoando um cemitério em dia de enterro. 


Após ser chamado para uma conversa, com três testemunhas presentes, Rodolfo tenta se explicar, mas ele tinha pouca paciência e ameaçou Pereira. 



O General Pereira o considerou perigoso para a sociedade e Rodolfo ia ficar detido durante o processo.



André pediu a transferência no lugar de Carol. Ela já tinha sido transferida recentemente e, por isso, não ia ficar bem para o currículo dela.  André já tinha percebido que ela era talentosa no trabalho e acreditava que ela não merecia ser mal vista, pois aqueles que eram transferidos continuamente, sem promoções, eram encarados como pessoas que não se adaptavam ao trabalho. Ele foi franco com o General (pois era subordinado direto a ele) e lhe contou que o motivo era a paixão por uma colega de trabalho. 


 Gen. Pereira já sabia quem era, mas respeitou a privacidade do casal e admirou o fato de André não querer fingir a inexistência do romance, embora soubesse a opinião do chefe. Pereira informou que não tinha vaga em nenhum outro batalhão, o que era verdade, mas também não queria perder aqueles dois em seu grupo. Carol foi altamente recomendada ao ser transferida e André, há muito, tinha mostrado seu valor à equipe e à sociedade, além de ambos serem benquistos pelos colegas.
Segundo o relatório, a Oficial Júnior Carol Seixas era perita em redes, sistemas e linguagem de programação, enquanto André era da Contra inteligência e eficiente em lutas e armas, além de ajudar a todos do pelotão, até aqueles que não faziam parte direta de sua turma. André já tinha sido um ótimo Instrutor de Exercícios, mas além de cumprir com sua tarefa atual, permanecia treinando o pelotão.
Gen. Pereira lembrou que nunca tinha feito uma proibição, apenas era contundente quanto ao seu próprio ponto de vista, por ter visto equipes derrubadas e vencidas por causa da mistura de trabalho e romance.
Ele informou que André poderia namorar sua parceira normalmente, desde que fosse fora do horário de trabalho. E já que estavam em tempos de paz, as chances de haver um problema eram remotas; no entanto, reafirmou os riscos de se ter uma parceira romântica como colega em um trabalhoso violento como o deles.
André ficou claramente feliz em saber que seu chefe não ficou necessariamente furioso com ele. Estava mesmo com medo de perder de vista o cabelo de fogo de Carol. Os dois tinham conquistado o respeito dos colegas e ele preferia que continuasse assim.



Todos os dias ele a levava em casa. E aproveitavam para namorar um pouco.



Dias depois, Carol recebeu a notícia que tinha ganhado uma vaga para trabalhar como Agente Secreto. 


André recebeu a mesma informação, pois há muito tinha se inscrito na mesma vaga.


Assim que trocaram de trabalho, logo se casaram.


Acabou sendo do jeito que eles gostavam e já estavam acostumados: tudo muito simples. Por isso a cerimônia foi em um parque. O pajem foi Carrapato e eles convidaram apenas os amigos mais chegados dos dois:


General Vicente Pereira e sua esposa Vilma.
Erick Freire e sua esposa Celina. 


Recruta José Ramos e Cabo Eva Esteves, colegas de trabalho dos dois. Eva aproveitou para sonhar sobre quando ela seria noiva.
Policial Felícia Silveira (ex-namorada de André e nada chegada a Carol) e Policial Samuel Shin (que já tinha trabalhado anteriormente com Carol em missões que uniam a Força Policial e as Forças Armadas).
E apareceu na cerimônia Mônica Rossi, que apenas estava próxima e não resistia a casamentos e à recepção que os seguia.
  




Quadrilha



A lua de mel oficial teve de ser adiada. Por sorte, na primeira missão, ambos estavam juntos. 


Tinham de se infiltrar em uma quadrilha de ladrões de cavalo e tráfico de drogas. O problema é que, além de roubar os cavalos, a quadrilha maltratava os animais e, através deles, conseguia levar a droga para fora do país.
As pessoas que trabalham continuamente na fazenda eram:


Solange Simões, amante e sócia do cabeça, e segunda pessoa em comando. Era misteriosa e a coisa que achava mais bonita na vida era o dinheiro.
Cristóvão Lemos, testa de ferro e terceiro na equipe. Extremamente vaidoso e arrogante, gostava de ser notado e de contar vantagem.
  

Jorginho Santos, capataz e faz-tudo. Cuidava das entregas, dos roubos e também sabia fazer os melhores pratos com peixes. Queria ter seu restaurante de frutos-do-mar, mas ainda não tinha capital para investir no sonho.


Jussara Tibiriçá, tratadora de animais. Antes de sua chegada, os animais eram maltratados e, agora, os cavalos eram vendidos por um preço muito maior.
André conseguiu entrar como faz-tudo e logo fez amizade com Jorginho e Jussara.
Carol conseguiu entrar como ajudante do contador, mas este foi devidamente afastado pela polícia e ela passou a ter acesso a todos os dados financeiros envolvendo aquela fazenda.
Cristóvão logo gostou da nova contadora.
  

E Jussara gostou ainda mais do novo ajudante.



Carol resolveu que usariam isso para conseguir a prova contra o traficante e saber mais detalhes de como funcionava o esquema, já que não tinham conseguido se aproximar de Solange.


André não gostou da ideia de alguém dar "em cima" de sua esposa, assim como Carol também não gostava de saber que seu marido ia dar "bandeira" para outra, mas como era necessário, não iriam demonstrar ciúme. Eram profissionais afinal de contas.
  Devido aos seus disfarces, eles nem se falavam na fazenda, mas entravam em contato sempre com a agência. E, de vez em quando, tinham um momento à sós, na antiga casa dela, que virou uma espécie de refúgio para os dois, enquanto Carrapato estava na casa de Samuel.



Jussara passava várias informações a André.


E às vezes lhe oferecia outros serviços.


- Quer ajuda com o banho, moreno?
- Obrigado, mas eu sei tomar banho sozinho.
- Te ajudo a lavar as costas.
- Sei me virar. Tchau! Depois a gente conversa.
- Mas...
- Se nos pegarem, é demissão. Cai fora!

Jussara era bonita, mas não era seu tipo. E André sabia da diferença entre uma paquera e a cama. Ele optou pela fidelidade. Caso contrário, sabia do risco de sua cueca ficar manchada de sangue e não de tinta apenas.


Naquela noite, Cristóvão ficou de levar Carol a um restaurante chique, mas a levou direto a um quarto de hotel, dizendo ele que era para ter mais privacidade e para que pudessem ser discretos. Após analisar o quarto, viu que Cristóvão não sabia o significado de discrição: girassóis vermelhos (ela entendeu que ele queria oba-oba sem compromisso), preservativos (ele tinha alguma inteligência) e vinho tinto (ou era para seduzi-la ou embebedá-la). 


Carol tinha uma escuta consigo e aproveitou uma saída de Cristóvão para colocar uma câmera no quarto. Cristóvão era peixe pequeno e eles estavam interessados em pescar o tubarão que comandava tudo.
  

 Após a volta do banheiro, enquanto Cristóvão se exibia para Carol e, sem perceber, revelou para onde as drogas eram levadas, quando seria o novo carregamento e o nome do organizador de tudo. E disse que, no dia seguinte, eles teriam finalmente um encontro com o chefão, o comandante de toda a operação: Sr. Loki (que nunca tinha revelado seu sobrenome). 


 Carol estava frustrada por não saber o sobrenome, mas já tinha alguns detalhes que recebeu de bandeja, assim como o presente dado por Cristóvão e que seria usado no processo contra todos eles. E no dia seguinte, poderia pegar o nome completo de Loki, além de saber como era o seu rosto. 


Após saber mais detalhes de como seria o encontro com o comandante da quadrilha, Carol sugeriu a Cristóvão brindar pela visita do chefão e, discretamente, pôs um sonífero na taça de vinho dele.
  

Cristóvão dormiu antes de tentar qualquer coisa. Carol deixou-lhe uma carta explicando que, como ele preferia dormir a dar conta do recado, ela tinha ido embora, mas que ele ficasse tranquilo, que ela não comentaria a situação a ninguém para evitar piadinhas.






Naquela noite ainda, Carol foi para casa. Ela e André passaram tudo o que sabiam para a agência e prepararam a armadilha para render o chefão do esquema criminoso. Já tinham provas suficientes, mas Carol queria mais, para ter certeza de que Loki apodrecesse na cadeia; porém, André queria apenas vê-la longe de tudo aquilo o quanto antes. 


Após o término da ligação, tiveram a primeira briga.
- Bonito vestido.
- Obrigada, mas eu comprei no bazar. Acho que é de terceira ou quarta mão. - Carol falou sorrindo.
- Está toda arrumada, maquiada...
- Gostou? - Carol começou a notar algo de diferente nele.
Carol não costumava se arrumar, mas depois que conheceu André, passou a se preocupar com a própria aparência. Queria ficar bonita para ele e, assim, colocar para correr as "Felícias" e "Jussaras" da vida.
 - Então ele te levou para um hotel?
- Você sabe que sim.
  

- E te deu presente? Não foi esse vestido?
- Largue de ser bobo. Tínhamos combinado tudo.
- Ele fez o quê com você enquanto vocês dois estavam lá sozinhos?
 Carol imaginou que ele estava se sentindo ameaçado, pois ele não era vaidoso e o disfarce exigia que ele se arrumasse ainda menos, enquanto que, por outro lado, ela tinha que estar apresentável e Cristóvão vivia ostentando luxo. André não costumava ser ciumento, mas o relacionamento deles era recente. Uma prova de confiança não faria mal.
- Filmei tudo, seu bobo. Assista e pare de besteira!


 Após o fim da gravação, André ainda estava furioso, mas também estava envergonhado pelo próprio comportamento. Sabia reconhecer o próprio erro, mas odiava pedir desculpas.
- Então ele nem te tocou?
- Você viu que ele não me tocou.
- Eu nunca te dei presente em nosso namoro. Até esses novos quadros foi você quem comprou.
  

- Seu bobinho! Você me deu uma aliança, seu coração, seu carinho, sua proteção... E o mais importante: eu tenho você só para mim. 



Nem precisou de um pedido verbal de desculpas. Fizeram as pazes assim mesmo.





No dia seguinte, apareceu o Sr. Loki. Ele sabia, pelos relatórios, que desde que Carlota (pseudônimo de Carol) tinha entrado na corporação, os números melhoraram consideravelmente, pois ela passou a mostrar onde estavam os gastos desnecessários. 


Após o almoço, Loki foi conhecer melhor a propriedade, que tinha sido adquirida por Solange. 


Quando a polícia teve a confirmação de que o Loki comandava o tráfico e quando ele ficou em uma boa posição estratégica, ele e todos da quadrilha receberam ordem de prisão.
  

André e Loki entraram em luta corporal, mas André o venceu e o policial Samuel ajudou na prisão, já que André estava desarmado. 


Cristóvão foi impedido de fugir por Carol. 


Jorginho se entregou rapidamente. Ele não tinha entrado naquele negócio para ser morto. E, se cooperasse, ficaria menos tempo na prisão. 


Solange tentou fugir, mas logo foi rendida por Felícia e Jussara. 


Após a prisão de todos, até do motorista e do segurança do Sr. Loki, Samuel explicou a André que Jussara era uma policial disfarçada e avisou que Carrapato estava bem (durante aquela missão, ele tinha cuidado de Carrapato). 


André achou estranho não ter visto Carol ainda. Todos os policiais e agentes envolvidos já estavam de volta, mas ela tinha sumido.
Ele e dois policiais se dividiram para vasculhar a área. 



Quando olha para o chão, André vê Carol ensanguentada.







* Níveis da carreira militar em The Sims 2:
- Recruta
- Forças de Elite
- Instrutor de exercícios
- Oficial Júnior
- Contra Inteligência
- Piloto
- Oficial Sênior
- Comandante
- Astronauta
- General.






8 comentários:

  1. Dea, parabéns!!! Muito shooooow!!! Louca para ver a continuação! Espero que Carol fique bem e que não sofra nenhuma sequela depois desse ataque!!! Muito lindinhos André e ela juntos!!! :D S2

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    1. Que bom que gostou. Também espero que ela fique bem.

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  2. Muito bom ! doido pra ver o resto da historia!

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  3. Muito bom ! Estou doido pra ver o resto da historia !

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  4. Gostei muito da história Andrea, está muito bem contada, parabéns! gostei da forma como o casal se conheceram, evoluíram no relacionamento e também na carreira. Espero que fique tudo bem com a Carol.

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  5. Gostei muito da história, irei acompanhar *--*
    Amei o nome do cachorro hehe
    Os personagens, tudinho <3
    Curiosa pra saber o que aconteceu com a Carol '0'

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    1. Oi Cat! Que bom que gostou de Carrapato. Ao contrário do inseto, o cachorro é muito independente, mas muito leal aos donos.
      Quanto a Carol, já tem capítulo novo. Espero que goste também! http://freidrew.blogspot.com/2016/12/vermelho-e-verde-parte-02-primeiro-natal.html

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  6. Adorei! História muito bem contada, e engraçada! Rs..
    E esse final? Incrível.

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